Carlos Alberto Pinto de Sousa

Presidente do Congresso e Bastonário da Ordem dos Médicos de Angola

 

Mensagem do Presidente do Congresso

 

 

 

Excelências,

 

A Ordem dos Médicos de Angola realiza, em Luanda, a 25 e 26 de Janeiro de 2018, o XII Congresso Internacional sob o lema “Os médicos e a criação de um ambiente favorável para a saúde”. Trata-se de uma iniciativa marcante para a actividade profissional dos médicos que se enquadra nas finalidades e nos princípios de actuação claramente referidos no seu Estatuto e que pretende ser um contributo digno às orientações emanadas do Executivo em matéria de saúde para o período 2017-2022.

O XII Congresso adoptou o lema referido na medida em que urge fortalecer a ideia de envolvimento e participação dos cidadãos e comunidades, de que a municipalização é um instrumento decisivo. Refira-se que é no quotidiano das prestações de saúde que faz sentido incentivar a participação dos cidadãos, de modo que em cada acto médico floresça a ideia de conscientizar, educar e alertar.

Face ao vasto leque de temas que o programa científico inclui, teremos a oportunidade de partilhar ideias, analisar problemas comuns e trocar experiências que, estou certo, promoverão um debate do qual surgirão novas ideias com reflexos na prática clínica.

Agradeço a presença das mais altas Individualidades governamentais, presentes ou fazendo-se representar, emprestando, assim, um concreto e institucional apoio e um significativo incentivo à realização do Congresso e, muito directamente, às grandes causas da saúde no nosso País.

Uma palavra de saudação e de agradecimento aos ilustres palestrantes que nos apresentarão os seus conhecimentos e experiências.

Agradeço a todos os patrocinadores e expositores pelo seu envolvimento no Congresso.

Finalmente, convido todos os médicos a participar activamente nos debates, contribuindo para a dignificação do Congresso e para o engrandecimento da nobre profissão que abraçamos.

Bem-vindos,

 

“…é no quotidiano das prestações de saúde que faz sentido incentivar a participação dos cidadãos, de modo que em cada acto médico floresça a ideia de conscientizar, educar e alertar”